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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Gnosis

Resultado de imagem para gnosisDo alto dos minaretes,
clamei meu amor por ti,
mas teu agnóstico coração, nem notou.
segredei minha paixão
como um Imã recolhido em oração,
mas teu desértico querer,
dispersou meus sentimentos,
numa Saariana tempestade de lamentos,
que carreou amor, carinho e juramentos
e deixou neste teu amante peregrino,
apenas a sina de transcrever em versos minha paixão,
tal qual um evangelho em pergaminhos.


                                           J R Messias

4 comentários:

  1. Ual! O que dizer diante a obras cuja intensidade e beleza nos silenciam?!
    Aplausos para o poeta!

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  2. Obrigado de sempre mas tenho que elogiar a nova foto de seu perfil, despojamento físico e espiritual.
    Quanto ao "escrivinhado", esse foi um daqueles que "desceu" praticamente pronto, só tive que correr para pegar papel e caneta. Isso ainda me assusta, sabe?!?

    Um beijo amada poetisa Lu.

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    Respostas
    1. Ah muito obrigada pelo carinhoso elogio.

      Quanto a essa tua inspiração magnífica, isso se chama dom e não é pra qualquer um. Que delícia receber a visita dos deuses da poesia. Estou querendo levar uns sustos destes(rs) pois ando tão sem inspiração.

      Brincadeiras à parte, se um dia decidir escrever um livro, será de uma qualidade tremenda! E estou certa de que serei dos primeiros leitores...

      Outro beijo, amado poeta!
      E gratíssima sempre pelo carinho de tua imprescindível amizade.

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    2. Deuses ?!?! sei não, Lu. Na dúvida, acenderei "uma vela pra Deus e outra pro cão". Brincadeiras a parte, acho que tem a ver, de uma certa forma, com nossas paixões, experiências, traumas etc, que como no meu e no teu caso (e de um montão de gente), despejamos através das palavras.
      Já plantei árvores, tenho dois filhos, mas escrever um livro ?? aí tá ralado (expressão paraense, para o "tá difícil")
      Beijos, luminosa Lu. Tô sempre as ordens.

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